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ENQUANTO PODE...

ENQUANTO PODE...

Há anos desviu um sentimento,
Se não consigo choro, alegria sai.
A perda, é saudade, é lamento,
É fragilidade do filho sem Pai.

Difícil recordar paternidade que tive,
O amor sacrificado dele, me atrai.
Amar meus filhos em delivery,
Reduz a saudade do meu Pai.

Constragido remorso não tenho,
Declado amor expressei; Expressai!
Amar meus filhos meu empenho,
Como fui amado por meu Pai...

Não deixe para escrever versos,
Declare seu amor ao vivo agora; Vai!
Sussurre o amor em sons diversos,
Enquanto pode, no colo da Pai...
DFERRER
Enviado por DFERRER em 07/08/2019
Código do texto: T6714692
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
DFERRER
João Pessoa - Paraíba - Brasil, 66 anos
207 textos (4230 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/07/20 10:32)
DFERRER