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Stive Morgan - Ice and Fire (лед и огонь)- Respeite as mulheres e não ao feminicídio: "...aumento do tráfico de mulheres... Para as mulheres, a realidade de carência

STIVE MORGAN - Ice And Fire Music Video
https://www.youtube.com/watch?v=S6xDur0AGho
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Os sábios (Jesus, São Francisco de Assis, Clara de Assis, Confúcio, Agostinho, Pe. Cícero, Alberto Magno, Tomás de Aquino, Catarina de Sena, Dom Bosco, Nhá Chica, Madre Cecília de Piracicaba, Dom Luciano Mendes, Dom Hélder Câmara, Duns Scoto, Augusto Cury, etc. )ensinam com a vida que:

1. Não se revela totalmente. As pessoas não acreditam em você...
2. Não não compartilha suas limitações. O corpo é muito pessoal.
3. Ajuda por amor e não vaidade. Fuja da arrogância.
4. Não se gabe de seu valor. As críticas são fáceis.
5. Não fale mal dos outros. Isso revela o que somos.
6. Não diga de seus problemas. Preserve-se e fica vulneráveis.

https://www.youtube.com/watch?v=XYz65GWF96I
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Veja o ritmo da vida e do coração em disparada:
Musica de relaxamento e respiração, sonhar e projetar-se... no futuro...


Stive Morgan - Ice and Fire (лед и огонь)
https://www.youtube.com/watch?v=x5qqIMc1AG8

ShivaCosima
Publicado em 4 de mar de 2016
Ambient, Instrumental, New Age, Relaxing Music
by Stive Morgan (Вячеслав Мотков)
http://promodj.com/stivemorgan



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Aí, vai um recado, Zinho/
corri o mundo/
sem sair do meu barraco/
entendi o nicho/
de que cuidado /
é fazer o bem/
quando se tem /
um filho aqui. sim,
debaixo do telhado.
E não fugir pelo fundo...

Um Rape para você tremer
e vim ver a carta na pista,
olhe com prudência
 - segue a lei a risca/
vou te dar uma dica/
 coloque o cinto/ ligue o som cinco/
Não é FM 1 - nem Jovem Pã ( = Pam ) /
não beba na direção /
pra não ficar tã-tã e sem direção...
Rape e do Funk - sabe fazer ritmo
na hora sem demora.

J B PEREIRA

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Jornal de Piracicaba
FUNDADO EM 4 DE AGOSTO DE 1900 | 118 ANOS


EM 2018, DELEGACIA DE DEFESA DA MULHER DE PIRACICABA INSTAURA 881 INQUÉRITOS
20 de fevereiro de 2019, 18:30
A Rede de Atendimento e Proteção à Mulher Vítima de Violência, composta por órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário e também por instituições da sociedade civil, coordenada pelo CMM (Conselho Municipal da Mulher), realizou encontro, na terça-feira (19), na Câmara de Vereadores. Durante o ano de 2018, a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de […]

http://www.jornaldepiracicaba.com.br/tag/defesa-da-mulher/
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... fome, pobreza e tráfico de mulheres:
continua infelizmente a subordinacionismo e a humilhação de muitas mulheres.

Cáritas promove seminário sobre fome, pobreza e tráfico de mulheres
Os debates serão direcionados à realidade feminina e ao papel da mulher no enfrentamento das situações de violação de direitos e cidadania

Atualizada em 16/10/2014 às 09:23

Segundo a vice-presidenta da Cáritas Brasileira, Anadete Gonçalves, “a ideia é falar da fome, da pobreza e do tráfico, a partir de um olhar feminino, para com isso construir uma plataforma com propostas de políticas para a equidade de gênero”.
 
Logo na abertura do evento, a professora da Universidade de Brasília (UnB) e integrante da coordenação da Rede Ibero-Americana de Prevenção e Cidadania de Pessoas em Situação de Violação de Direitos, Maria Lúcia Leal, disse que as mulheres sofrem mais com a pobreza, mesmo quando estão inseridas no mercado de trabalho formal, onde elas trabalham mais, mas ganham menos proporcionalmente que os homens. “A pobreza tem que ser explicada pela questão das desigualdades, que precisam ser descortinadas”, defendeu.
 
“Para as mulheres, a realidade de carência é mais aguda, já que realizam inúmeras atividades que não são remuneradas, o que faz com que muitas vezes sejam dependentes financeiramente”, disse Maria Lúcia, para quem o cuidado da casa e da família são exemplos de atividades não pagas. Conforme a professora, é preciso entender que a pobreza está relacionada à forma de organização social e envolve, além da questão da renda, as diversas desigualdades, a exclusão social e a exposição das mulheres a situações de vulnerabilidade.
 
Uma dessas situações é a do tráfico de pessoas. Segundo a pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Márcia Maria de Oliveira, os últimos anos registraram aumento do tráfico de mulheres, que, de acordo com ela, têm sido levadas a migrar para fugir de situações de dominação, por causa das mudanças no mundo do trabalho, ocorridas após a crise econômica mundial ou, especialmente, devido à crescente indústria internacional do sexo, “setor da economia que mais cresceu em plena crise”, destacou.

https://www.rs21.com.br/?p=134211

https://www.rs21.com.br/?p=134211
Enviado por J B Pereira em 13/12/2014
Código do texto: T5068223
Classificação de conteúdo: seguro

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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA PREOCUPA DELEGACIA DE DEFESA DA MULHER
25 de fevereiro de 2019, 10:00
Vítima de violência doméstica afirma que se sentia aprisionada pelo companheiro (Foto: Claudinho Coradini/JP) Vítima de violência doméstica afirma que se sentia aprisionada pelo companheiro (Foto: Claudinho Coradini/JP)
A vítima de violência doméstica nem sempre percebe que está em um relacionamento abusivo, pois geralmente o companheiro, ou outro membro da família começa com uma ofensa, que tende a ficar mais acalorada, partindo para um puxão de cabelo, proibindo a mulher de sair e assim, a deixando como prisioneira de alguém que deveria amá-la. Foi dessa forma que uma autônoma de 24 anos definiu seu relacionamento com o companheiro, com quem conviveu por cinco anos. Nem mesmo uma medida protetiva impediu-o de ser aproximar da vítima. Somente depois da prisão do agressor, pela Guarda Civil, ela afirmou que finalmente voltou a sentir-se livre novamente.

A autônoma disse que perdeu as contas de quantas vezes foi agredida. A primeira vez, aconteceu quando ainda tinham seis meses de namoro. “Na época não foi tão grave, tivemos ‘apenas uma discussão’ mais grave, mas com o tempo foi ficando cada vez pior. Ele me ameaçou de morte e me bateu”, afirmou a vítima.

Segundo ela, com o passar do tempo ele foi ficando cada vez mais agressivo e ciumento, o que deixou ela com medo de sair de casa. “Geralmente sempre fico em casa e só saio para levar meu filho à escola. Basta demorar um pouco a mais para ter motivo para mais uma discussão em casa”, desabafou.

PRISÃO

A vítima conseguiu a medida protetiva, mas nada o impedia de entrar em casa, pois chegava a pular o muro. Após ser agredida e ameaçada de morte mais uma vez, ela conseguiu entrar em contato com a Guarda Civil, e o agressor foi preso por descumprimento de medida protetiva. Romper o ciclo de violência não é uma tarefa fácil, segundo a psicóloga e criminal profiler (define perfil de criminosos) Érika Penha. Segundo ela, nem sempre o ciclo de violência que culmina no assassinato segue essa ordem, mas a mulher deve ficar “atenta aos sinais”, pois ela considera a ameaça como a “primeira tentativa” de feminicídio (termo usado para denominar assassinatos de mulheres cometidos em razão do gênero).

“O agressor geralmente começa aos poucos, primeiro culpa a mulher por tudo de errado que acontece no namoro ou casamento. Aos poucos, a mulher passa a ficar doente psicologicamente, pois não enxerga que está em um relacionamento abusivo e acredita que não vai conseguir outro companheiro melhor, e acaba se permitindo em ficar naquela situação”, comentou a psicóloga.

NÚMEROS

Os números da violência em Piracicaba são alarmantes. Sete casos de violência contra a mulher, que também engloba estupro, são registrados por dia, em Piracicaba, na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) da cidade. Em 2018, foram 2.711 casos. Desse total, foram instaurados apenas 881 inquéritos policiais e 431 medidas protetivas, conforme divulgado recentemente pela Rede de Atendimento e Proteção à Mulher Vítima de Violência, composta por órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário e também por instituições da sociedade civil, coordenada pelo CMM (Conselho Municipal da Mulher).

Cristiani Azanha

http://www.jornaldepiracicaba.com.br/violencia-domestica-preocupa-delegacia-de-defesa-da-mulher/

Cássia Del Tio Responder
25 de fevereiro de 2019 de 10:15
"Toda esta questão da violência contra a mulher é tão ramificada
em nossa cultura que temos que investir urgentemente na educação
das crianças desde cedo, sim, falar de gênero, caso contrario a policia,
a guarda civil, os órgãos de proteção vão continuar “enxugando gelo”;
as mulheres vão continuar apanhando e morrendo nas mãos de namorados, maridos, etc."

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CRIMINALISTA PROPÕE AÇÕES PARA MELHORAR LEI MARIA DA PENHA
10 de janeiro de 2019, 19:59
Carvalho: “as ações propostas podem ajudar a diminuir os casos de morte de tantas mulheres” (Crédito: Felipe Poleti)
Os crescentes casos de agressões e até feminicídios motivaram o advogado criminalista, Homero de Carvalho, a protocolar nesta semana documento com sugestões para melhorar e eficácia da Lei Maria da Penha, em relação às medidas protetivas concedidas a mulheres vítimas de violência. Segundo o advogado, o documento foi entregue ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e na próxima semana, será protocolado MP (Ministério Público Federal) e no Tribunal de Justiça de São Paulo.

Entre as sugestões para melhorar a eficácia da Lei Maria da Penha, o criminalista destaca a necessidade da Justiça investigar se o agressor citado na medida protetiva tem autorização para posse ou porte de arma de fogo e, em caso positivo, a imediata suspensão; realizar busca e apreensão de armas na residência do agressor; a utilização de tornozeleira eletrônica; atendimento aos finais de semana de todas as unidades de DM (Delegacia da Mulher); quebra do sigilo de Justiça da imagem do agressor.

Para Carvalho, as ações propostas vão somar a outros serviços já existentes para a segurança das vítimas de agressões. Entre os serviços que atuam na cidade, está a Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil de Piracicaba. De janeiro a dezembro de 2018, a coordenação da Patrulha Maria da Penha recebeu 361 medidas protetivas emitidas pelo Fórum de Piracicaba, realizando 9.189 rondas e 13 flagrantes. A patrulha foi criada em abril de 2017 e realizou, de maio a dezembro daquele ano, 1.020 rondas para 275 medidas protetivas. “Apesar da Lei Maria da Penha, o nível de violência contra mulheres continua alto. Tem cidades que não têm Delegacia da Mulher ou quando tem, como aqui em Piracicaba, não funciona no final de semana”, enfatiza o advogado.
Na avaliação de Carvalho, é fundamental para que as mulheres tenham atendimento em DM. “As mulheres se sentem mais seguras e à vontade para falar com alguém do mesmo sexo. E sem contar que nos finais de semana, os casos de agressões aumentam”, justifica.

Segundo o criminalista, em 2018 três clientes dele foram vítimas de feminicídio e aproximadamente 20 delas sofreram algum tipo de agressão. “A medida protetiva, que impede a aproximação até 300 metros do agressor à vítima não é o bastante. E a situação pode piorar, agora que está para ser aprovado o decreto que permite a posse de até duas armas por pessoa. Por isso, as ações propostas podem ajudar a diminuir os casos de morte de tantas mulheres”, explica.

(Eliana Teixeira)

http://www.jornaldepiracicaba.com.br/criminalista-propoe-acoes-para-melhorar-lei-maria-da-penha/
 
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Stive Morgan - Magic Travel
https://www.youtube.com/watch?v=UfLvR5kpVvY
J B Pereira e https://www.youtube.com/watch?v=XYz65GWF96I
Enviado por J B Pereira em 27/02/2019
Reeditado em 27/02/2019
Código do texto: T6585606
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J B Pereira
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J B Pereira