Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

A tecnologia na sala de aula. de Aline Oliveira - 2 B - 2013 - ETEC SANTA BÁRBARA D’OESTE

 A tecnologia e os alunos.

   Até que pondo a tecnologia pode entrar nas escolas? O quanto ela já entrou? Quando se faz necessário e quando passa dos limites? A tecnologia na sala de aula pode partir para duas vertentes: um novo modo de introduzir as prática de pedagógicas ou o modo que ela pode interferir no desenvolvimento dos alunos.

Pontos positivos

      A tecnologia em sala de aula sempre esteve presente desde em aparelhos antigos como o ábaco aos computadores pessoais. Hoje em dia é muito frequente os recursos audiovisuais em sala de aula, a busca na internet, o uso de slides para o desenvolvimentos das aulas entre outros. Está fora de cogitação fazer uma nova escola e não disponibilizar computadores. Crianças de setes anos no primeiro ano escolar já têm acesso a esse tipo de tecnologia.

     É evidente a insatisfação dos alunos em relação a aulas ditas "tradicionais" quando (onde = só para lugar físico) se passa de cinco há à seis horas, somente ouvindo um professor falar.  Então, (deixe o então para a conclusão de seu texto) ele precisa buscar esse conhecimento em outros espaços. Isso nem sempre funciona, pois frequentar cursos de poucas horas nem sempre garante ao professor segurança e domínio dessas tecnologias

      A tecnologia trouxe novos modos de difusão do conhecimento, as pesadas enciclopédias foram substituídas pelas enciclopédias digitais, pela consulta de portais acadêmicos e outros locais diversificados. Por exemplo, todos os alunos das ETECs têm (correto é com o acento quando for plural) acesso ao Clickideia, um portal pago, em que (aonde = para a ideia de movimento ou verbos de movimento: Aonde você foi, minha filha?) os alunos estudam pata provas, fazem listas de exercícios e ainda recebem dicas para o ENEM; sendo assim, a aprendizagem vai muito além da sala de aula.

     Karoline Mendes, de dezesseis anos, revela que a utilização de computadores, filmes e slides (estrangeirismos em itálico, sempre) durante as aulas faz com que o conteúdo seja mais aproveitado. Pois, fica muito mais fácil para aprender e utilizar esse novo conhecimento durante as provas e situações do dia a dia.

     O MEC incluiu no Programa Nacional do Livro Didático para 2014 a exigência para as editoras de produzirem versões digitais dos livros. O material não pode ser uma simples cópia do livro impresso, mas deve oferecer vídeos, simuladores e outras ilustrações.

     Fernando Fonseca Junior, gerente de inovação e novas mídias da editora FTD, diz que o momento é de transição. Por enquanto, ele acredita que não é possível oferecer produtos totalmente dissociados do livro impresso. “Essa não é a realidade da maioria das escolas, a cultura também precisa mudar. Oferecemos ambientes digitais e ferramentas para ajudar o professor, simulados para o aluno fazer por celular, que sejam adicionais”, conta o mesmo gerente.

     Para ele, esse é um caminho sem volta. “As pessoas já estão imersas em um mundo digital nas suas vidas pessoais, não faz mais sentido isso estar fora da sala de aula. O livro didático tem de ser relido. Nossa editora quer estar à frente desse processo e entregar novas formas de organização de conteúdo que potencializem processo de ensinar e aprender”, afirma.

 Pontos negativos

     A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou a Lei Nº 4.131/2008, do Distrito Federal, em maio de 2008, uma lei que proíbe alunos de usar celulares e aparelhos eletrônicos como MP3 players e videogames em escolas públicas e privadas da Educação Básica. Está liberada a utilização nos intervalos e horários de recreio, fora da sala de aula, cabendo ao professor encaminhar à direção o aluno que descumprir a regra.

     O projeto de lei que originou a norma diz que o uso do telefone pode desviar a atenção dos alunos, possibilitar fraudes durante as avaliações e provocar conflitos entre professores e alunos e alunos entre si, influenciando negativamente, o rendimento escolar.

     O celular é o principal motivo de conflitos, pois, na faixa de 10 a 17 anos, forma grupo com maior aumento de posse de celular. 21,7 milhões de pessoas se tornaram donas de aparelhos entre 2009 e 2011, diz Pnad. A tendência é só aumentar, é possível analisar que essa faixa etária é uma fase de muita importância na escola. Então O celular vai com cada um deles para a escola. Muitas das vezes, os adolescentes não levam muito a sério a para da lei em que diz que só é permitido durante os intervalos. então durante a aula fica Um olho nas mensagens do celular e outro nas explicações dos professores. Isso tira metade da atenção dos alunos; sendo assim, a aprendizagem chega quase a zero.

     Psicopedagoga clínica e mestre em psicologia do desenvolvimento, Maria Teresa Andion esclarece que a atenção é uma capacidade cerebral muito semelhante à concentração. "Brinco que é interesseira, pois as pessoas só prestam atenção efetivamente naquilo que querem", afirma. No consultório, Maria Teresa atende jovens que recebem queixas da escola por utilizarem o celular durante as aulas.

      O celular em sala de aula gera uma série de problemas, pois o uso individual de um aparelho pode atrapalhar o coletivo. Receber chamadas no meio de uma aula, barulhos de mensagens e sons emitidos pelo aparelho atrapalham os colegas e o desenvolvimento da lição ministrada pelo docente.

 A figura abaixo tinha a intenção de mostrar o lado motivos para se usar a tecnologia em sala de aula e acabou gerando muita polêmica



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

       Alguns professores retrucaram, dizendo: “Lamentável que pensem assim… Os adolescentes não têm maturidade para separar o uso do celular de maneira construtiva do uso irresponsável. Esses argumentos acima apresentados seguramente são de pessoas que não têm experiência em sala de aula. São argumentos chulos, débeis, frágeis, inconsistentes e, sobretudo, incoerentes!” afirma Ágata Fernandes, 32 anos, professora de sociologia.

     E o professor Claudio de expressa sua opinião, dizendo: “Com certeza, os autores do referido artigo nunca estiveram em uma sala de aula onde ficam impossibilitados de lecionar com êxito, tendo que administrar tal situação. Falar é fácil!”

  São muitos os benefícios e os malefícios trazidos pelos recursos tecnológicos à educação. Contudo, é preciso que o professor conheça as ferramentas que tem à sua disposição se quiser que o aprendizado aconteça de fato. O uso das tecnologias na escola está além de disponibilizar tais recursos; ele implica aliar método e metodologia na busca de um ensino mais interativo.

Aline Stephany Oliveira
Enviado por J B Pereira em 08/12/2013
Código do texto: T4603620
Classificação de conteúdo: seguro

Comentários

Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
2464 textos (1483376 leituras)
19 e-livros (206 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/08/20 01:36)
J B Pereira