"Ouço o som vindo de tua alma, similar ao da harpa, evocando paz e tranquilidade. Dizes: 'Meu canto é teu.' Inexplicável é meu sentir no Sadeh, quando danço a dança das poesias, onde meu âmago se entrega ao teu  (EM PURA ENERGIA DE FOGO). Indescritível é minha exposição sem vergonha, ao despir minha involuntária insegurança de não te ver! Subo ao monte, nas correntes de ar mais fortes, ouço o assobiar do vento e me realizo ao encontrar Sua voz, vinda de algum lugar. Não importa, eu não sei te deixar; encontrarei um jeito de me comunicar. Assim letras encontram precisão nessa 'diálogo'. Sua sensibilidade me alcança, sente e dança novamente com doce e amável compreensão de que uma menina eu sou em tuas mãos. Não quebre meu coração. Eu só desejo ouvir os teus ensinos, amores e sabores de uma vida dolorida e completa de sorrisos, muitas vezes aconchegantes de noites infinitas e estreladas. Se desejar, te entregarei um canto da minha alma, guardado em tempos primórdios. Nesse exato momento, a minha alma válida a impossibilidade de não sentir nossas vozes unidas em uma cantata de paz, harmonia e liberdade. Ainda que seja visivelmente impossível, nossas almas constroem uma composição única, que só pode ser cantada por nossos corações."

 

 

 

 

O canto da alma
Enviado por O canto da alma em 29/03/2025
Reeditado em 29/03/2025
Código do texto: T8297123
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