Curta carta
Lembro-me das canções de amor cantadas na voz pura de uma criança.
Escreverei uma curta carta, em linhas pintadas de azul, numa folha leve e branca. Nela, enaltecerei o sentido real da esperança. Sem precisar corrigir meus erros, nem usar palavras belas e manipuladas.
Ai de mim! Se por acaso, perder minha fé… Não precisarei morrer no verdadeiro sentido, p’ra deixar de ver, sentir e me mover.
Se em nada creio, por quê viver? Em mim habita a esperança que diz a Bíblia. Procurei a razão da vida por longos dias... Me entristeci, porque em torno de mim, nada havia. Gritei tanto! E em cada grito o meu espírito respondia… O que procuras está dentro de si ,a esperança que há tempos restringias .
Luzia Vapor