Letra morta
O vento farfalhou as folhas
Que o outono abandonou...
Mas teu olhar me tocou de novo,
Tão profundamente que senti
Um arrepio percorrer o corpo...
E era tanta felicidade naquela
Descarga elétrica que, para ser exato,
Era a verdade da gente expressa de fato!
Era o que eu e você buscávamos...
Nosso amor estava vivo!
Aquele beijo até hoje reverbera
E fugiu do final melancólico
Dos poemas de amar por inteiro
Que perdem a validade por falta,
Exatamente, de amor verdadeiro...
Poemas passados, amassados
São sarcófagos de letras mortas...
As juras bucólicas, expostas,
Agora gratuitas, sem brilho,
Exibem-se para uma claque muda, torta...
O que parecia ser tão lindo amor
Hoje é sem cor, sem valor,
É passado e não mais importa!
O vento farfalhou as folhas
Que o outono abandonou...
Mas teu olhar me tocou de novo,
Tão profundamente que senti
Um arrepio percorrer o corpo...
E era tanta felicidade naquela
Descarga elétrica que, para ser exato,
Era a verdade da gente expressa de fato!
Era o que eu e você buscávamos...
Nosso amor estava vivo!
Aquele beijo até hoje reverbera
E fugiu do final melancólico
Dos poemas de amar por inteiro
Que perdem a validade por falta,
Exatamente, de amor verdadeiro...
Poemas passados, amassados
São sarcófagos de letras mortas...
As juras bucólicas, expostas,
Agora gratuitas, sem brilho,
Exibem-se para uma claque muda, torta...
O que parecia ser tão lindo amor
Hoje é sem cor, sem valor,
É passado e não mais importa!