Ritmo sinusal

 

Tão certamente a flor do campo mata na chave da procura o signo da inquisição, que permanece na pendura, na ênfase da imagem cheia de ilusão. Essa chave poderá ser encontrada no erro, inato da visão. Por ser nada e nada atado; lutar não seria uma opção contra alguém que será solução, se encontrar algo, ou um objetivo, os meios é que deverão cultivar. Para deslindar uma resposta a uma pergunta que nos incomoda a alma, é preciso que alguém saiba indicar meios cultivos que alimentam a busca da eterna verdade. Não, não se está aqui à espera de uma fantasia sem resposta, pois essa será dada no seu tempo certo.... certo! Onde será esse impasse? Nem a própria elevação do fado conhece. A procura no tempo de exaltação, pode apresentar a si mesmo, sem injúrias de mentiras, nem verdades de apresentação do próprio ser do Orfeu. Essa vertente de se ter, não é mais a procura do que é previso, e se quer, ou desejar o que não é, o que não se quer. A religião onde entra este impasse se questiona, se delimita na verdade suprema da criação. A perdida certeza que abraça a alma sem deixar de ter vontade é o que muitos querem. Porventura, aventurar nessa vida que marca o tempo, no seu ambíguo acelerar de momentos, jamais para pra deixar entrar na indulgência plenária da remissão, na esperança certa da salvação, os não escolhidos, que certamente poderão ser empurrados no precipício das incertezas absolutamente dada aos incrédulos de opiniões, convicções e concepções, sem capricho nem pretensões que avassalam os prognósticos da quadra talhada na condição pulsada sem ritmo sinusal.