Caminhos extremos

Grosserias –

Mandatos –

Desmandos –

Conchavos.

Em nome de quem?

A ditadura do poder,

Alta concentração de psicopatia.

Será que testemunharemos:

Mais um dia?

A vida segue o seu curso,

Em meios aos recursos –

Talvez desumanos.

Mais corpos estendidos ao chão,

Lavados de sangue.

Consequências do caos,

Vítimas da alucinação.

Mentes perversas,

Condensadas pela maldade –

E manipulação.

A violência mostrando ao que veio,

A humanidade e as escolhas erradas.

O mal uso do livre arbítrio,

Condenando uma raça inteira.

Auto se flagelando –

Por prazeres imediatos e perecíveis.

Na busca infinita –

Por manter um status ilusório.

Mentiras e mais mentiras,

Em uma rede de conspiração.

A resiliência –

Também sofre as consequências,

Promovendo as baixas;

Sem motivos aparentes.

Retaliações de uma guerra,

Travada entre o bem e o mal.

A quem se perca –

Pelos extremos dos caminhos,

Excluídos sem motivos aparentes -

Descortinando uma atmosfera cinzenta.

Há quem saiba lidar,

Ou aprenda a conviver –

Não se deixando abalar.

Nem todo mundo é igual,

Sigo de cabeça erguida.

Com o tempo,

O aprendizado vai ganhando forma.

No destempero,

Confirmando o velho ditado popular:

“Antes só do que mal acompanhado.”

***

Blog Poesia Translúcida

Fabby (ana) Lima
Enviado por Fabby (ana) Lima em 09/08/2022
Código do texto: T7578608
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