Lembrancas

Algum lugar escondidos que nem sei dizer
a profundidade,
Algumas camadas para chegar a um tunel ou
uma praça . 
Pedras umidas remetem ao tempo duro
onde as ilusões foram escravizadas pelo sentido,
Não mais perto
ou longe do pensamento.

As paredes de cobre e ferro,
Derretidas nas emoções.
Quantas haja profundidade na atualidade,
se o sofrimento está num quadro
empoeirado de emoções passadas.
Nunca esquecidas, guardadas no passado
vivido não pode ser apagados ou esquecidos.
Uma corda solta no labirinto.
Vaga-me lembranças, onde l
abrir uma janela do paraíso, via risos,
olhares da alma,
O tempo passa e deixa frutos verdes,
nem a terra adubada com sonhos plantados,

Vaga-me lembranças dessas agonias perdidas, 
Note que o amor fica de cima a observar
os caminhos que a alma quer ficar,
seia um resgaste da memoria, 
não concretizado, ou mesmo dores
sem feridas querem cura.
Formosa vida de tramas e dramas,
o enredo do tempo vaga-me nas lembranças.
Lilian Meireles
Enviado por Lilian Meireles em 02/01/2021
Código do texto: T7150446
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