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Rejunte do tempo

A vida segue rejuntando os desgastes do ladrilho do tempo.
Trincas aparecem nos arredores do comodo.Passamos pelo portal do tempo, sendo uma máquina com engrenagens, sofre desgastes,
O peso e o cansaço presenciado dentro e fora das paredes com areia e cimento virando concreto, as mesmas que la atras carregamos a massa deixando o corpo dolorido.
Suave quando subimos em arvores para colher frutos sem medo de altura, estamos maduros.
Olho longe, vejo varanda a minha espera no cair da noite, silenciosamente o amor e o momento redescobrindo seu lugar.A consciência aos poucos vai perdendo o sentido composto, sendo singular com pluralidades.
O tempo nos molda, depois de um aperitivo, de ressaca dos goles de alegrias a tristeza, essa passa por sua formalidade no efeito proporcional..Emaranhado, calma, a noite costuma morar no silencio.O presente momento é vida.O rejunte branco, cobre as imperfeições do tempo, coloridos realçam o piso.




 
Lilian Meireles
Enviado por Lilian Meireles em 03/08/2020
Reeditado em 06/08/2020
Código do texto: T7024705
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Lilian Meireles
São Paulo - São Paulo - Brasil, 54 anos
1857 textos (38181 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/09/20 22:32)
Lilian Meireles