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Rock Mortem...

O Rock é destrutivo, mas apreciativo...
Com um gosto de sangue, mas contendo a “hambre” de se reinventar...
Chester Bennington, entrou para a patota de Brian Jones, Sid Vicious, Bon Scott, Jim Morrison, como um exemplo sombrio de agastar a música, ao toque sombrio, de prescrever o amor, com a sonoridade ao enlace que o anjo negro, cadência...
Vindo buscar a qualquer momento, um tom de vida como um poema de Baudelaire, fazendo uma ladainha morfética, na politização do “pop” com a morte...
O Rock... é seu próprio juiz, ao paralelo de ser também “seu” próprio réu...
Afinal dentro de pronunciamentos, em aliterar uma pedagogia da vida, faz da vida, uma salada de dor, com instrumentalismos a vaticinar, o auto-extermínio, de uma cavidade política em censurar a atenção, e também na desorientação em se viver, abusando dos abusos...
Keith Moon, fez apreciação depreciativa, em uma geração de adúlteros morais, que almejavam uma glorificação, através de sua extinção...
Um alto nível socrático, ao invés de dominar a vida, pela sobriedade, ficaram inconscientes, para uma práxis comportamentalista, maldizente de fé, na descrença pela humanidade, se proclamando  Deuses de seus próprios instintos de voluntarismos ao subjetivismo desvairado...
Chistes!.. seja sagaz com o sucesso incongruente...
Tenha noção de quantos órfãos cada um de vocês deixou?...
Nesse gélido e descabido, centrípeto humanitário amaldiçoado de glamour que a fama produz...
Adrenalina que vai servir para uma massa de jovens desesperançosos e esteticistas a mutilarem uma forma de atenção harmoniosa e sucinta...
Há tempos, se falam em se cortarem... por favor descendentes dos ensinamentos de Durkheim, se seguirem horizontalmente para terem um encontro com Caronte,.. (Claro!), sendo não somente imaginativo, e não na forma vertical, para a perfídia  de espetáculos bizarros, em similares harakiris, em busca do Ébano de sapiência a prostrar, genéricos nichos de normalidade psíquica...
Traduzindo... para o leitor demente...
Não leve esse texto em consideração, pois a “atenção” a cada momento... não se ganha, e sim se conquista...




zaccaz
Enviado por zaccaz em 15/04/2019
Código do texto: T6623927
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
zaccaz
Novo Horizonte - São Paulo - Brasil, 38 anos
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