SENTIDO, QUE NOS ACHE !
Cansei de procurar sentido
Entre as estrelas cadentes
Nas decadentes visões do mundo...
O sentido, se quiser, que nos ache
E que nos resgate na fé, ou no amor,
Ou numa simples flor incólume ao tempo
E ao sentimento que transborda em dor,
Como o vento faz em cada vão momento,
Nessa estrada nítida que o coração traçou
Bem aqui, no cerne dessa alma humana.
E, sem calma, pesa-nos essa existência
Na proporção da essência em cada breve chama,
No labirinto triste de uma displicência
Em cada véu que sinto, em cada céu que clama
Pelo amor de Deus, e sem dizer mais nada.
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Cansei de procurar sentido
Entre as estrelas cadentes
Nas decadentes visões do mundo...
O sentido, se quiser, que nos ache
E que nos resgate na fé, ou no amor,
Ou numa simples flor incólume ao tempo
E ao sentimento que transborda em dor,
Como o vento faz em cada vão momento,
Nessa estrada nítida que o coração traçou
Bem aqui, no cerne dessa alma humana.
E, sem calma, pesa-nos essa existência
Na proporção da essência em cada breve chama,
No labirinto triste de uma displicência
Em cada véu que sinto, em cada céu que clama
Pelo amor de Deus, e sem dizer mais nada.
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