Com palavras.
E desde então, não há limites. Não há jogadas certas ou erradas, como pretende a razão. Eu vivo emoção. E nesse campo, todo sentir é pertinente. Tudo é risco. Amor é risco.
Logo que o senso contraria o sentir, a angústia ensaia me afugentar palavras. O medo do incerto me deseja imóvel e calado.
Não seria eu se aceitasse indefeso. Eu vivo emoção. E hoje tenho as palavras que busco no agradável e consciente preceito de me dar ao que me faz bem.
De letras, de alma, de corpo e personalidade. Arrisco amar-te em nossa sensibilidade.