Louco eu? Talvez.

Me perguntaram se eu sou louco. Bem, devo ser, mas isso depende da conotação ou da interpretação do que é ser louco. Eu talvez seja um poeta louco, daqueles que faz poesia para um copo que se quebrou, uma panela velha furada na hora de fazer um café, um pneu furado na estrada no meio da viagem, um passarinho que entrou pela janela porque errou o curso do seu voo. Poetas loucos fazem poesia e música por qualquer motivo, qualquer coisa certa ou errada, bonita ou feia. Tudo serve de inspiração para quem vê a vida como um poeta louco. É, esse sou eu.

Charles Silva

CharlesSilva
Enviado por CharlesSilva em 03/07/2013
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