Tem um olhar que me rouba o sono
Tem um sorriso que me rouba o sono
E um pensamento de que nasce a palavra
Que se junta a tantas outras palavras
Fazendo revoadas na imaginação
Porque foram criadas soltas para voar
Voar ao vento que vem de dentro
E me rouba o sono...
Tem uma espera que me rouba o sono
Talvez o dia no oco das árvores
O som das horas oculto no meio de folhas secas
Que a poesia espalha no cheio desse instante
Ou talvez de uma tristeza que me espreita
Entre o findar da tarde e o cair da noite
E tudo o que tenho que dizer é tão amplo
Que na boca calada da noite se estreita
Tem uma emoção que me devora
E me torna pleno no tempo de um instante
Que devolve em palavras no soar da hora
Dentre tantas madrugadas a mais perfeita
Tem um sorriso que me rouba o sono
E um pensamento de que nasce a palavra
Que se junta a tantas outras palavras
Fazendo revoadas na imaginação
Porque foram criadas soltas para voar
Voar ao vento que vem de dentro
E me rouba o sono...
Tem uma espera que me rouba o sono
Talvez o dia no oco das árvores
O som das horas oculto no meio de folhas secas
Que a poesia espalha no cheio desse instante
Ou talvez de uma tristeza que me espreita
Entre o findar da tarde e o cair da noite
E tudo o que tenho que dizer é tão amplo
Que na boca calada da noite se estreita
Tem uma emoção que me devora
E me torna pleno no tempo de um instante
Que devolve em palavras no soar da hora
Dentre tantas madrugadas a mais perfeita