O LOBO DA NOITE
Evaldo da Veiga
Chegou suave,
é da natureza do Lobo.
Ignorando artifícios,
e tudo que incomoda o amor.
Lobo não toca instrumento,
mas entende as músicas da vida.
Serenata do amor...
Lobo entende, gosta,
envolve carícia...
O Lobo não é invasivo,
esperou abrir a porta...
Tava frio sim, lá fora,
lá dentro um coração esperando.
O que se pensava baixinho
o Lobo ouvia,
escrevia versinhos
dizendo coisas de amor...
O Lobo da noite,
o mesmo Lobo do dia...
Chegou assim, em invasão consentida,
penetrando até aonde você queria...
Lobo não pediu licença,
pensando que as grades
dos teus sentimentos
estavam sempre abertas...
Avisar da vinda, não.
Sinal de alerta?
Não se avisa do amor...
Palavras coloridas estavam no olhar...
Em versos de realidade e carinho.
evaldodaveiga@yahoo.com.br
Evaldo da Veiga
Chegou suave,
é da natureza do Lobo.
Ignorando artifícios,
e tudo que incomoda o amor.
Lobo não toca instrumento,
mas entende as músicas da vida.
Serenata do amor...
Lobo entende, gosta,
envolve carícia...
O Lobo não é invasivo,
esperou abrir a porta...
Tava frio sim, lá fora,
lá dentro um coração esperando.
O que se pensava baixinho
o Lobo ouvia,
escrevia versinhos
dizendo coisas de amor...
O Lobo da noite,
o mesmo Lobo do dia...
Chegou assim, em invasão consentida,
penetrando até aonde você queria...
Lobo não pediu licença,
pensando que as grades
dos teus sentimentos
estavam sempre abertas...
Avisar da vinda, não.
Sinal de alerta?
Não se avisa do amor...
Palavras coloridas estavam no olhar...
Em versos de realidade e carinho.
evaldodaveiga@yahoo.com.br