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QUANDO

Quando se tratar
De utopia
De poesia
De encantos
Que a  alma tem.
Deve-se transmutar
Sair de si
Do aqui
Do agora
Do entretanto
Do entanto
Do quem.
Deve-se elevar
O olhar
Para o firmamento
Sentir-se isento
De identidade
Ser tudo – todos
Com denodo
Vento afora.
Deve-se conservar
Viva as brasas
Que o sonho acende
Criar asas
Voar
Ganhar altura
Ter intimidade
Com a loucura
Com a cultura
Sideral
Coisas que o normal
Não entende.
E quando se tratar
Da realidade
Tentar
Engolir
A fantasia
Resistir
Resistir
Resistir...
- - - - - - - - - -

 HLuna
SER OU NÃO SER 

Ser tudo, ser nada,
a mim isso me agrada,
porque posso até voar,
se assim o desejar,
pois ao poeta é permitido,
fazer tudo que há sentido,
libertar os pés do barro,
que o prendem, o amarram,
a este mundo obscuro,
sem presente, sem futuro...
Dando vazão à loucura,
me elevo, ganho altura,
vento afora,
                     ...vou-me embora. 

 
DELEY
Enviado por DELEY em 02/06/2020
Reeditado em 03/06/2020
Código do texto: T6965933
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
DELEY
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
5385 textos (205137 leituras)
4 e-livros (1667 leituras)
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