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POEMA SEM SANGUE


NÃO havia mais sentido
Naquele poema
Que estava ali seco
Pendurado ao sol

Murchara há dias
Secara há muitas horas
Tornara-se gagaia
Ou outra coisa sem sentido

A dor fugira do papel
Lágrimas não caíram por ali
E o peito de onde o grito saíra
Jazia num canto sem vida

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10.04.2020
MÁRIO FEIJÓ
Enviado por MÁRIO FEIJÓ em 10/04/2020
Código do texto: T6913017
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
MÁRIO FEIJÓ
Capão da Canoa - Rio Grande do Sul - Brasil, 68 anos
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MÁRIO FEIJÓ