Vaidades do tempo
Somos todos surreais, nem memórias nem lembranças nada mais
Somos todos ilusão, hoje aqui amanhã tanto faz
Somos todos grãos, de areia de arroz de feijão
Gotas d'água ou bolhas de sabão
Efêmeros, fugazes, gases...
Ontem em porta retratos, hoje em papeis de parede
Amanhã na lixeira do desktop
Que top!
Somos sombras nas avenidas da eternidade
Nuvens numa tarde chuvosa de verão
Somos nada e somos tudo, tudo em vão
Passado, presente e futuro... vaidade