PARQUINHO

Lá vai adiante o moço dos balões.

Todos cheios. O verde é o mais bonito.

Balançavam no ar, coloridos e alegres.

Atraindo a garotada mais que pirulito.

Está indo para o parquinho, na cabeceira.

Balões flutuando, a alegria da meninada.

É que sem pipoca, algodão doce e balões.

Na verdade, um parquinho não é de nada.

- Balões! balões! A voz do baloeiro ecoava.

No azul, tinha pintada a cara de um palhaço.

Era o favorito da garotinha de saia branca,

que miudinha corria festiva abanando o braço.

Sem dinheiro, não compraria aquele balão.

Mas seu rosto brilhante não chateou nada.

Só de vê-los, ali coloridos, já os tinha. Todos.

balançando soltos, em sua visão maravilhada.

REEDITADO

Pacomolina
Enviado por Pacomolina em 24/02/2025
Reeditado em 24/02/2025
Código do texto: T8271846
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