DOCE MENINA
Branquinha como as nuvens
Fofinha como espuma
Era uma vez uma menina
Ágil como a graúna
Suave menina
Inteligente criança
Vivia a ensaiar versos
Nos quintais da sua infância
Doce menina
Amava se transformar
Ora era princesa num castelo
Ora era fadinha a voar
Mas o que ela mais gostava...
Era brincar de adoçar!
Olhava pro céu e imaginava um favo de mel.
Olhava para o mar e queria um gostoso manjar.
Olhava suas bonequinhas e já queria tortinhas.
Olhava seu cabelo adornado de enfeites.
E logo desejava um pastoso doce de leite.
Olhava para o jardim e salivava por doce de amendoim.
Alta noite via a lua toda prata e sonhava com biscoito de nata.
_HUUUUUMMMMMMMM!
Olhava para a mãezinha e via uma pequena queijadinha.
Olhava o paizão e imaginava sorvete de limão.
De tão docinha que era
Formiguinha corria pra ela
Era doce de todo tipo
Na imaginação dela
E de tanto brincar de imaginar
Criou um cantinho só dela, como sorvete de saborela.
Na sua cantina imaginária exalam aromas e servem sabores;
Pão com geléia, suco de maracujá, bala de amendoim.
Cadê meu quindim?
Doce, doce
Bem docinha
Carinha de melado
Creme gelado, gostoso achado!
E....
Se você olhar ligeiro
Vai vê-la, por aí, a distribuir
Sorrisos de brigadeiro!
Poema publicado no livro "Curvas & Poesia" que se encontra no
site www.contoepoesia.com.br.
Branquinha como as nuvens
Fofinha como espuma
Era uma vez uma menina
Ágil como a graúna
Suave menina
Inteligente criança
Vivia a ensaiar versos
Nos quintais da sua infância
Doce menina
Amava se transformar
Ora era princesa num castelo
Ora era fadinha a voar
Mas o que ela mais gostava...
Era brincar de adoçar!
Olhava pro céu e imaginava um favo de mel.
Olhava para o mar e queria um gostoso manjar.
Olhava suas bonequinhas e já queria tortinhas.
Olhava seu cabelo adornado de enfeites.
E logo desejava um pastoso doce de leite.
Olhava para o jardim e salivava por doce de amendoim.
Alta noite via a lua toda prata e sonhava com biscoito de nata.
_HUUUUUMMMMMMMM!
Olhava para a mãezinha e via uma pequena queijadinha.
Olhava o paizão e imaginava sorvete de limão.
De tão docinha que era
Formiguinha corria pra ela
Era doce de todo tipo
Na imaginação dela
E de tanto brincar de imaginar
Criou um cantinho só dela, como sorvete de saborela.
Na sua cantina imaginária exalam aromas e servem sabores;
Pão com geléia, suco de maracujá, bala de amendoim.
Cadê meu quindim?
Doce, doce
Bem docinha
Carinha de melado
Creme gelado, gostoso achado!
E....
Se você olhar ligeiro
Vai vê-la, por aí, a distribuir
Sorrisos de brigadeiro!
Poema publicado no livro "Curvas & Poesia" que se encontra no
site www.contoepoesia.com.br.