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ODRE DE LÁGRIMAS

"Registra, tu mesmo, o meu lamento; recolhe as minhas
lágrimas em teu odre; acaso não estão anotadas em teu livro?"

Salmos 56:8


Ah! Senhor!
Será que até o fim da vida,
o meu choro encherá um caminhão?
Essa água quente e salgada
que escorre no rosto.
É o grito inexprimível da alma,
da alegria e do desgosto.
Ela que acompanha a caminhada do cristão
Quando ela cai não tem retorno
Ela não volta mais ao seu antigo posto
Ah! Jeová!
Dá as ordens:
Manda aquele anjo errante,
que sobe e desce a escada celestial,
que vaga a recolher as gotas lacrimejantes,
não esquecer de nenhuma só;
dos justos que choram agonizantes.
Se a oração dos santos é como incenso,
como um bom aroma
que sobe à presença de Deus,
as lágrimas deles são como chuvas.
Chuvas contrárias que sobem da terra para o céu.
Recebe, Senhor, está tempestade!
Elas não estão todas escritas no teu livro?
E nesta vida, eu sei que elas
pegaram uma carona comigo.
Pois na outra vida, elas antes terão que descer
E nunca mais terei que vê-las novamente
No fim da caminhada elas se secarão
Porém aos ímpios,
estarão com elas condenados
(choro e ranger de dentes),
eternamente.





 

Nota: Publiquei hoje:

-O caminho da lágrima

-Aos que choram…

-Odre de lágrimas

Todos falando sobre a lágrima (a poesia da alma),
se caso interessar. Obrigado pela visita.


 
JESE FERREIRA poesias
Enviado por JESE FERREIRA poesias em 05/04/2019
Código do texto: T6616229
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
JESE FERREIRA poesias
Bebedouro - São Paulo - Brasil, 37 anos
113 textos (2889 leituras)
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JESE FERREIRA poesias