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Poeira do tempo

Enlouqueci mais cedo, foi ontem, lamento
Cada palavra  vomitada, mas, as não ditas...
Por essas, lamento mais, ais de sofrimento
Que  ecoam na  alma; torturada alma aflita

Nem maldita, nem  bendita; triste e perdida
No deserto, a poeira do tempo consumindo...
Cada dia, cada poesia, cada noite esquecida
Enquanto horas escorrem, passam, sumindo

Somando decepções e tristezas incômodas
Me perdoe, por não ter cuidado bem de você
E de mim, esqueci de cuidar,  tantas podas...
Mal feitas que flores não vieram, não trouxe

O perfume bom em minhas mãos, desculpas
Que enchem o coração com o passar da vida
Anos acorrentando o velho sonho, por culpas
E palavra presa, encarcerada, é aqui, tecida...
Meri Viero
Enviado por Meri Viero em 09/08/2019
Reeditado em 12/08/2019
Código do texto: T6716011
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Meri Viero
Guarapuava - Paraná - Brasil
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Meri Viero