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Maria de tantas rosas

O tom das rosas sobressaía aos crisântemos
E as velas sustentadas por  horas de tristeza
Vigiaram tantas faces rumando as incertezas
E pela dor intragável, insustentável; oremos...

Enquanto as palavras sentidas e sussurradas
Se perdiam entre risos  disformes e tão frios
Paredes brancas e tecidos azuis; penduradas
Lâmpadas clarearam a noite e seus  arrepios

Pelo gelo da madrugada  de abril; um  resto
De horas antecipando a saudade, e o imóvel
É matéria que  já foi viva; alegria incontável
E sou um caquinho de gente, se manifesto...

Palavras encharcadas de tristeza, peço perdão
É Maria que trazia José, e um bondoso coração
Que feito rosa colhida, perfumou com saudade
Cada verso de tua vida feito com sensibilidade.


*Vai com Deus, Maria José, que era forte como uma rocha, e doce como uma lima.
Meri Viero
Enviado por Meri Viero em 30/04/2019
Reeditado em 01/05/2019
Código do texto: T6636224
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Meri Viero
Guarapuava - Paraná - Brasil
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Meri Viero