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Minha vida

Quer falar de solidão?
Ou quer falar da alegria que nunca tivemos?
Somente palavras acarinhando nossas almas
E ainda que negue, estivemos juntos
Tantas vezes, que perdi a conta
Perdi os dedos, as mãos e as contas do céu
Estrelas que reluziam para nós
Nas noites em que caiam tempestades no quintal
E as flores não tinham perfumes
Somente cores que eram admiradas
Admirei você no caminhar sozinho
Caminhei sozinha
No sentimento antigo
Perdi meu ombro amigo
Meu riso mais querido
Meu amor e irmão
Se há uma esperança
Não deixa essa alma padecer
Meu sorriso criança
É ingenuidade que ainda acredita
Num mundo melhor
Estenda tua mão
Que a minha faz tempo que espera a sua
E todas as manchas vermelhas e roxas, desaparecerão
Não haverá mais nada de ruim
Nem repetições de escolhas más
Nem atitudes sem harmonia
Nem falta de paciência
E o apetite terá a recompensa agradável
Do sabor da fruta, do tempero certo
Das noites sem pesadelo
E voaremos juntos
Nas rimas que a vida vai oferecer
E nos perderemos no algodão das nuvens
Lá, onde o céu é azul turquesa
Esperança na mesa
E no nosso olhar.
Meri Viero
Enviado por Meri Viero em 16/07/2018
Reeditado em 18/10/2018
Código do texto: T6391890
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Meri Viero
Guarapuava - Paraná - Brasil
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Meri Viero