Olhais.

Olhais por dentro da minha aura

Seguindo meu corpo moribundo

Tribulando-a até o infinito

Donde a mesmo, possa me orientar.

Sê depressa como uma flecha

Feche meu espírito nas sombras

E traga-o para dentro de ti

Para que eu possa lhe enxergar.

Ó dor, vós sois nociva e verdadeira

Escapulindo, das minhas aortas

Pois meus ossos, não lhe querem supostamente.

Mas, no antro do meu fado entristecido

Deveras tu, apenas aconselhar-

-A morte, que surge na minha solidão!

Ednaldo Santos
Enviado por Ednaldo Santos em 07/11/2017
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