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A ruazinha da imaginação.

A ruazinha pouco a pouco se construiu
Se proseguiu parte a parte o chão
Nas parades, que se erguiam as cores
Os desnumbres os blocos e a evolução

Dai cantavas suas alegrias, suas obras
A multidão que criava sua existência
Tuas enormes e reais construções
O sonho feito sua idéia e a conquista
Onde o dia brilhava o sol sem nuvens no ar
O sorriso dava idéia a imaginação de criar

E nos longos dominios, que eram enormes
Revolucionários aos olhos, fortes aos ventos
Imbativéis as batidas e enormes como o universo
Foi que a obra deu-se a pequena dor negra, em pleno meio céu
A chuva forte caiu e a nuvem negra cresceu teu reino


A contemplação inda moldada em paredes fracas
E feitas de agonia aos olhos da incerteza
Começaram a desestruturar o seu encanto
Com a chuva que derramava os olhos a tristeza
Pingavam nas grandes obras e derretiam a beleza

Tudo começou a ser levado, na rude fraqueza
Acabando com o coração de tudo que era intenso
Que brilhava a cor num tom que deixava o próprio sol amarelo
Ficou-se triste o encanto das cinzas que levaram as águas
E as esperanças que acreditavam todos aqueles
A que a ruazinha abrigava sua imaginação.
Á alma é barata
Enviado por Á alma é barata em 16/09/2010
Reeditado em 16/09/2010
Código do texto: T2501483

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Sobre o autor
Á alma é barata
Suzano - São Paulo - Brasil, 33 anos
162 textos (4880 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/01/20 08:17)
Á alma é barata