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O Sertão e a minha felicidade

Foi numa estrada de chão bem batido
que encontrei com a minha felicidade
Sertão que até hoje por mim não foi esquecido
mesmo eu tendo com seguido a vitória aqui na cidade.

Naquela estrada de terra vermelha e preta calçada
foi que eu dei os primeiros passos na letra
e é por isso que jamais da minha mente será riscada
já que compartilhou comigo os rabiscos da primeira caneta.

E foi também com a caneta que eu de lá me mudei
na esperança de um dia ser um bem letrado
por isso muitos percalços na vida passei
e hoje depois de muito a letra usar, do trabalho me aposentei.

Mas ainda carrego no peito a teimosa saudade
que a caneta plantou no meio do meu coração
trazendo a ele a alegria e a grande felicidade
felicidade, está grande dádiva que eu trouxe lá do sertão.

Se esse mesmo sertão ainda hoje me chama
também clama a presença da minha primeira caneta
pena que não podemos desfrutar com ele a chama
da felicidade que contém aquela estrada de terra vermelha e preta.

Como eu posso aqui na cidade esquecer o meu sertão
já que foi lá que nasci e aprendi as primeiras palavras
hoje eu divido com a caneta e o meu velho coração
a lembrança daquela estrada que na infância eu andava.

Se alguém me pergunta o por que da lágrima escorrida
pelo meu rosto e indo alojar bem em cima do coração
eu respondo que é a saudade da estrada de terra batida
que até hoje eu não esqueci, como também não esqueci do meu sertão.

ChangCheng
Enviado por ChangCheng em 05/09/2019
Código do texto: T6737831
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
ChangCheng
Santa Maria - Distrito Federal - Brasil, 67 anos
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