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QUANDO VEJO O LUAR

Me traz tanta tristeza, a hora da Ave Maria,
sei que e saudade, de uma tarde de pescaria?
Não sei, e alguma coisa que ficou muito longe.
Algo acontecido? Se for não é nada pequenino,
pois reaviva com o som, do bater daquele sino,
que vem até aqui,lá do convento do velho monge.

Todo dia, nessa exata hora, tenho a certeza,
que minha alma e invadida por essa tristeza,
e essa nuvem negra não quer nunca dissipar.
Mexe muito lá no fundo,parece acordar uma dor,
mexendo com minha saudade, será de um amor?
Mas logo passa, sempre quando vejo o luar.

Esse sino soa tão triste, e por toda a cercania,
e consegue entristecer até a minha poesia,
consegue fazer sofrer e chorar, meu coração.
Então nas rimas vou fazendo só um resumo,
pela tristeza que dói e que não me acostumo,
que com isso silencia todo o meu belo sertão.

 
GIL DE OLIVE
Enviado por GIL DE OLIVE em 16/08/2019
Código do texto: T6722014
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
GIL DE OLIVE
Campos do Jordão - São Paulo - Brasil
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