No soturno da noite

Às vezes no soturno da noite,

Você me vem na memória como um açoite.

Vagueia em meus pensamentos

e de saudade de ti, lamento.

Tortura infindável é sua ausência.

Em meu coração ainda permaneces intacto.

Meu corpo carente de ti padece, tácito.

Em meus devaneios suplico: volte! Preciso sentir uma vez mais seu cheiro, Seu calor no meu corpo, aconchego.

Bom seria tê-lo cá comigo e de vez enquando me embaraçar no teu abraço.

Elaine Campos
Enviado por Elaine Campos em 30/11/2014
Código do texto: T5053877
Classificação de conteúdo: seguro
Copyright © 2014. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.