A ilha
Me exile em uma ilha
Uma ilha banhada pelas águas azulinas
Rodeada pela areia dourada
Com vitrais de flores e cavalos-marinhos
Uma ilha que pareça com as ilusões da mente
Recheada pelos devaneios excessivos
E pelos desejos não-mortos
Uma ilha que eu possa desbravar
Sem nunca me perder
Que seja forrada por um céu que desça às minhas mãos
E por um chão que eu consiga andar
Uma ilha que tenha a água salgada
Tão salgada quanto aquilo que já provei
Ou tão doce quanto aquilo que nunca degustei