Amor.


Nasce de uma meiguice
Numa permuta de olhar
Uma constrição de mão
Um momento de solidão.


O amor jaz de um beijo
Confuso na troca de caricias
Mil fadários vão brilhar
Viajando em nave espacial
Exigindo para não voltar.


A poesia alimenta a alma
Alento ao doce amor
Clarificando novos caminhos
É como viver entre as rosas
Sem arrancar seus espinhos.


Lágrimas do amor
Segredo aplicado
Na ledice nos faz rir e chorar
É como água que sacia a sede
Nutre nossa fome.


Amor não vive só de alegrias
E num ímpeto de vacilo
A tristeza nos corrói.



Saudade é o que resta
De um amor adormecido
De repente vem a aura
Içando a aba do pensamento
Distorcendo toda felicidade
Restando unicamente saudade.

 

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Alzira Souza
Enviado por Alzira Souza em 02/05/2008
Reeditado em 02/05/2008
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