DA NOITE E DA MANHÃ

Da noite...

Guardo essa lembrança

De um momento singular,

Em que te vieste abrigar

Nos braços da esperança.

Para que a plenitude

Do nosso estreito contato

Fosse, do amor, o retrato,

Entreguei-me como pude.

Murmurei versos que a alma

Ditava - palavras contritas

Que só se fazem escritas

Pelo amor que a tudo acalma.

Fiz da paixão o caminho

Que trilhássemos em par,

Tendo, no dom de amar,

O alicerce do nosso ninho.

Duas almas em harmonia,

Dois corpos extasiados,

A parecerem moldados

Um ao outro, em poesia.

Da manhã...

Vejo ainda o tom primeiro

Do arrebol fulgurante

Que fez do mágico instante

Um eterno cancioneiro.

E outra vez foi escrita,

Na pele, a nossa poesia,

De onde, em ondas, se irradia,

A que, em tudo, se reflita.

Bom dia, amigos.

Ótimo fim de semana, Deus os abençoe. Bem-vindos à NOSSA página.

Obrigado, Jacó, pela excelente interação.

Os versos nascem dos beijos,

Pro amor virar poema.

Nos confundidos na cena,

Que saciamos os desejos...

(Jacó Filho)

Obrigado, Helena, por tão bela interação.

Vejo em plena harmonia,

tuas duas poesias.

Só me resta aplaudir,

a alma feliz a sorrir.

(HLuna)

Mario Roberto Guimarães
Enviado por Mario Roberto Guimarães em 21/11/2020
Reeditado em 21/11/2020
Código do texto: T7116868
Classificação de conteúdo: seguro