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Sem destino

E o sol que nasce na janela
é o mesmo que toca o rosto dela,
sinto um aconchego no peito,
muito mais que apenas desejo.

Tempo, deixe que isso se prolongue.

Enquanto caminho pela cidade,
as folhas das árvores no caminho,
as flores mais belas dessa estrada
lembram de quem eu disse ser meu destino.

Tempo, você me trouxe esse sorriso.

Entre tantas palavras,
as mais belas tocaram seus ouvidos,
mas pelos caminhos dessa vida,
o amor havia perdido o sentido.

Tempo, faça do meu peito um abrigo.

Mas um dia enxerguei
muito além do meu umbigo,
ela estava presa por tanto tempo,
tinha medo de correr esse perigo.

Tempo, deixe que ela voe sem destino.
Pequeno moço
Enviado por Pequeno moço em 29/06/2020
Reeditado em 29/07/2020
Código do texto: T6991539
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Pequeno moço
Sobral - Ceará - Brasil, 20 anos
378 textos (5213 leituras)
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