RODA DO AMOR

Vou fugir da mortuária

Quero o doce da ilusão

Que me roube em seu senão

Mostra a vida em face vária...

Opção que eu mesma crio

Num poema ou coisa afim

Regue o que é melhor em mim

E provoque um arrepio.

Que engessada na mesmice

Mendigando uma clemência

Já termine esta impotência.

Mas perdida essa crendice

Já joguei tudo no enfeixo.

Quero a roda ante o seu eixo...

ANA MARIA GAZZANEO
Enviado por ANA MARIA GAZZANEO em 24/05/2018
Código do texto: T6345368
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