Clausura Amorosa Vestida de Silêncio no Olhar

Vejo em ti! Uma escuridão, o vácuo, as escuras trevas:

Neblina de Inverno... Envolve teu corpo com vapor;

Tanto silêncio envolve teu rosto como as ervas;

Sombra distinguida do nada! Sem paz e sem amor...

Melancólica e severa aparência... Tristeza das trevas!

Insólito rosto... Com tanto sofrimento sem clamor...

Tanta primazia incompreendida neste tempo de amar:

Observar teu silêncio! E o desgosto para o coração;

Clausura amorosa vestida de silêncio no olhar;

Teu rosto sofrido detesta o mundo de tanta paixão;

Mundo e amor secreto! Tanta atitude sublime ao raiar!

Sepulcro amoroso!.. Escondidas trevas de tentação...

Rosto radioso como a aurora das manhãs! Com paixão:

Fronte irradia prazer de muita paixão; com drama;

Graciosidade do triste riso; que vem do coração;

Comandado amor com tanto instinto de quem ama...

Teu rosto sofrido; detesta o mundo sem amor e paixão!

Longo tempo de sofrimento! Este mundo te chama...

31/07/2017

José Duarte André

José Duarte André
Enviado por José Duarte André em 31/07/2017
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