UM POEMA EM ÊXTASE
Dominador não tem pudor
Decidido intuitivo explícito
Tem uma Luz que fuzila se espalham
Centelhas de raios á flamejarem
Uma mansidão um remanso
Ele é um poema nítido da sedução
Á dose certa de carinhos e notas
Pele, com pele, que queimam
Fazendo-se promessas á dois
Em som descontrolando mortos
Abrasador fumegando chamas
Transpira febre que arde em brasas
Um nevoeiro se forma envolta
Sufocando dois corações
Suados atados abalados
Sobre á luz de um abajur ambiente
Cor ouro brilho fraco nublado
Entardecendo o ambiente vai anoitecendo
Espalhando um manto sombrio sem voz
A noite chega quarto quase em trevas
Em um sono corpos casados exaustos
Á noite se arrasta até o dia amanhecer.
Dominador não tem pudor
Decidido intuitivo explícito
Tem uma Luz que fuzila se espalham
Centelhas de raios á flamejarem
Uma mansidão um remanso
Ele é um poema nítido da sedução
Á dose certa de carinhos e notas
Pele, com pele, que queimam
Fazendo-se promessas á dois
Em som descontrolando mortos
Abrasador fumegando chamas
Transpira febre que arde em brasas
Um nevoeiro se forma envolta
Sufocando dois corações
Suados atados abalados
Sobre á luz de um abajur ambiente
Cor ouro brilho fraco nublado
Entardecendo o ambiente vai anoitecendo
Espalhando um manto sombrio sem voz
A noite chega quarto quase em trevas
Em um sono corpos casados exaustos
Á noite se arrasta até o dia amanhecer.