frio na barriga

Não vias a cara que faciava Quando te via?

O aperto no peito era uma constante minha

O frio na barriga subia congelando a alman

O suor que escorria de mim me tirava a calma

E o tremer da carne avisava ao medo

algo estranho estava por vim em segredo

É esse suor sem pudor convertido em pecado

Revelava o que seu sentimento insiste em guarda

O pulsar do teu sangue da cor da paixão

Diria a você  o que perde por medo

Por desconfiança do sentimento que por você  Sinto

Arrancará sem dor o prazer que a vida me dá

E num amanhã distante verás devagarinho

Que a verdade foi posta nesse puro sentimento

Que os ventos mal soprados dessipou

E as nuvens turvas da desconfiança sua

Impediu de brotar no seu peito o amor.

Luis

Luis silva
Enviado por Luis silva em 20/09/2016
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