Nesta sequência de poemas espargidos pelo mês de outubro, injusto seria não render-me aos atributos da boca mais gostosa deste mundo. Falar da boca da Marieta é algo sempre rendeu lindos poemas, cada vez mais intensos. Hoje, neste terceiro dia, a veneração à cor do batom que ela tanto gosta e tanto me provoca.
Beijos Marieta, minha mulher amada, nessa boca gostosa:
O vermelho do batom
O beijo em tua boca de carmim,
ao nosso amor, tão intensa luxúria,
destino ao amor de dois corpos afim,
traz-nos, aos desejos, imensa fúria...
No ato, nossos pecados repartidos,
nesta sede de amar, momento sem fim,
quando, alucinados os teus sentidos,
tanto quero, tu te entregas para mim...
Toda semente desta vontade louca,
ainda, pelos teus lábios, impregnado,
o tom do calor, tão forte e abrasado...
Prêmio ao amor, aos corpos quentes,
frêmitos aos desejos, ainda ardentes,
o vermelho do batom em tua boca...
Oswaldo Genofre – 03/10/2013
Beijos Marieta, minha mulher amada, nessa boca gostosa:
O vermelho do batom
O beijo em tua boca de carmim,
ao nosso amor, tão intensa luxúria,
destino ao amor de dois corpos afim,
traz-nos, aos desejos, imensa fúria...
No ato, nossos pecados repartidos,
nesta sede de amar, momento sem fim,
quando, alucinados os teus sentidos,
tanto quero, tu te entregas para mim...
Toda semente desta vontade louca,
ainda, pelos teus lábios, impregnado,
o tom do calor, tão forte e abrasado...
Prêmio ao amor, aos corpos quentes,
frêmitos aos desejos, ainda ardentes,
o vermelho do batom em tua boca...
Oswaldo Genofre – 03/10/2013