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Amor, acaso, amor

Não chamarei filosofia
o verso que vem sem rima.
Tampouco ao som que mudo
chamarei eu de delírio

Nomearei: "o que emana".
Do cérebro aos sentidos
deixando-se ser apenas
em voo ou em desalinho.

Sem querer nada mais que ser
assim soa ao meu ouvido
as palavras que proferes
quando tu estás comigo:

são, e só por isso bastam,
suaves tal vento marinho.
Tiago da Silva
Enviado por Tiago da Silva em 07/06/2013
Código do texto: T4330253
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Tiago da Silva
Afogados da Ingazeira - Pernambuco - Brasil, 29 anos
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Tiago da Silva