MORRER DE AMOR...

Na ausência do tino,

Em meu desatino,

Não entendo a sina,

De alma que não atina,

Do que dela emana,

De um ser que ama,

São puras dores,

Restares de amores,

Que por mais que queira,

Nos vales que rasteja,

Já está esquecida,

Por isso não aquecida,

Por aquele colo,

Que tanto imploro,

Onde mora o desejo,

No qual não mais me vejo,

Sinto ou deixo de ser... Morrer de amor.

Inaldo Santos
Enviado por Inaldo Santos em 09/12/2012
Reeditado em 09/12/2012
Código do texto: T4027095
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