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Para tudo, quem sabe assim não se da um certo erro.

Não vejo prazer que não doa
Nem amor que não odeie
Não sinto sabor que não aprecio
Nem tempo que não sinto

Se eu pudesse parar o tempo
Eu pararia um momento
Pensaria um segundo
Ignoraria o mundo
Passaria por tudo
Rastejaria no inverno
Mataria o dócil leão
Descobriria o sol
Respiraria o ar dela
E continuaria sempre
Em singelo segredo
 
Foda-se o coexistir
Me atribuir
É o que me faz eu me sentir vivo,

Ha se eu conseguisse
Errar tantas vezes
Quantas eu já tentei acertar
Erraria dinovo só pra poder experimentar

Oh, por favor
Como gostaria eu
De me secar em uma tempestade, de amor
De uma possibilidade, como possuir o seu encanto
E destruir as barreiras das desigualdades.

Dane-se ^^


Á alma é barata
Enviado por Á alma é barata em 31/01/2011
Código do texto: T2762631

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Sobre o autor
Á alma é barata
Suzano - São Paulo - Brasil, 33 anos
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Á alma é barata