O céu amanheceu nebuloso com cara de amargura...
Queria invadir: as ruas, as casas, as almas e os corações.
Mas a rua de ousada que é, ficou em colibri.
A casa de família que é, ficou em vigília.
A alma de sensível que é, vestiu-se com armaduras.
O coração de emoção que é, transformou-se em um leão de coragem.
O céu queria mesmo, é ser o centro das atenções...
De forma que, todos que estivessem felizes, se contagiassem com sua tristeza.
Então a rua lhe disse: volte a ser o céu azul que me iluminava.
A casa aconselhou: a vida, nem sempre vai ser florida, mas você pode ser azul, ainda que tristeza.
A alma explicou: tem dias que é assim, ficamos vulneráveis, mas é preciso força, para não nos deixar abater.
O coração incessantemente pediu: volte a ser anil.
Busque dentro de você sua galhardia...
Você tem essência divina, não permita que as trevas invadam seu infinito.
O céu emocionado, rendeu-se...
Permitindo-se novamente ao calor do amor.
E todo o seu firmamento voltou a ser esplêndido.
Queria invadir: as ruas, as casas, as almas e os corações.
Mas a rua de ousada que é, ficou em colibri.
A casa de família que é, ficou em vigília.
A alma de sensível que é, vestiu-se com armaduras.
O coração de emoção que é, transformou-se em um leão de coragem.
O céu queria mesmo, é ser o centro das atenções...
De forma que, todos que estivessem felizes, se contagiassem com sua tristeza.
Então a rua lhe disse: volte a ser o céu azul que me iluminava.
A casa aconselhou: a vida, nem sempre vai ser florida, mas você pode ser azul, ainda que tristeza.
A alma explicou: tem dias que é assim, ficamos vulneráveis, mas é preciso força, para não nos deixar abater.
O coração incessantemente pediu: volte a ser anil.
Busque dentro de você sua galhardia...
Você tem essência divina, não permita que as trevas invadam seu infinito.
O céu emocionado, rendeu-se...
Permitindo-se novamente ao calor do amor.
E todo o seu firmamento voltou a ser esplêndido.