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Enclaurando no tédio.

No meu lugar
Não há fendas
Para mim sentar
Não há noite
Onde eu possa chorar
No meu canto
O doce ar
Não há frestas
Onde eu possa sonhar
Nem um jeito
Que eu possa me matar

Um abraço singelo
Ou um amor eterno
Onde eu possa despertar
Do buraco aberto
Dessa merda
Desses velhos versos
Tolos que já ouvi falar
São todos iguais
De letras brancas
Escravas e crianças
Negras esperanças
Que quero eternizar
 
Quero a hipocrisia
De tentar
A filosofia
De errar
Que a sabedoria
Vá se danar
Meu racional vá
De passagem
Sem fins
Sem acumulos
Vá se danar
Meu bem
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Á alma é barata
Enviado por Á alma é barata em 21/05/2010
Reeditado em 21/05/2010
Código do texto: T2269804

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Sobre o autor
Á alma é barata
Suzano - São Paulo - Brasil, 33 anos
162 textos (4954 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/09/20 15:07)
Á alma é barata