Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

O último peito poético brasileiro.

O mundo não se há
Um terremoto engoliu
Todos os poetas do brasil

Acabou-se a poesia
Tarde ou atardar
Roubarão o libertário
A ordem fugiu ao caos

Decretou o dedo valentão
Que todos os escritores
Ousados ou pensadores, natos
Suas mãos perderão
Para a cabeça jamais voar

Contraditório eu me recusei
A escrever eu me coloquei
Criei a mais linda ascensão
O brasil inteiro o leu

E toda mão
Pegou sua caneta
Desbancando e criando
A mais nova ordem literária

Onde toda mão que voar
Receberá asas divinas
E conhecidos serão
Para o mundo inteiro
Apreciar sua obras
Com a mais pura adoração
E distinção a sua benção...

Jamais existirá lei sobre as leis do homem que impedirá a capacidade humana de aprender.
Á alma é barata
Enviado por Á alma é barata em 10/12/2009
Reeditado em 16/12/2009
Código do texto: T1969894

Copyright © 2009. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.

Comentários

Sobre o autor
Á alma é barata
Suzano - São Paulo - Brasil, 33 anos
162 textos (4953 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/08/20 09:37)
Á alma é barata