DOÇURA
DOÇURA
Amor que entrou na minha vida
Esperado há tanto tempo,
Não te esqueças de mim
Não me deixe sem ti mais infeliz.
Não te afastes tanto tempo,
Poupe-me deste tormento
De não tê-lo preso em meus braços
Tu és o amor, aquele que plantaste.
Este amor que surgiu do nada
Entrou em mim sem permissão
Invadiu minhas defesas
Derramou-se inteiro no coração.
Preciso sentir os teus braços
Encontrar-me nos teus abraços
Penetrar nos teus delírios
Ser para ti a mulher que te faz vivo.
Venha com todos os teus sonhos
Que te darei meu corpo ardente
Minha saudade, meu contentamento
Na brancura alva do meu leito
Amando-te docemente.
MÁRCIA ROCHA
20/08/2009