Ai...

Ai...

Ai! deusa linda que me enfeitiças-te,

E que tão de mansinho entras-te,

Para nunca mais sair de mim.

Fica! Fica comigo o resto dos dias,

Para que as alegrias e fantasias,

Que me dás, não tenham fim!

Para ti, linda princesa, escreveria,

Se soubesse, a mais elevada poesia,

Expressando nela o que o coração sente.

Mas, ai de mim… que nada sei,

Pouco do valor por ti merecido escreverei,

Faltam palavras na minha mente!

Quem sou eu para cantar tua beleza?

Se fosse Camões, Petrarca ou Homero!

Escreveria-te poesia de mais riqueza,

Mas não sei…não escrevo o que quero,

Erro, escrevo mal e não me esmero,

A elevar-te ao estado de realeza.

Alberto Carvalheiras
Enviado por Alberto Carvalheiras em 22/06/2009
Reeditado em 07/11/2011
Código do texto: T1661152
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