Pedaço de chão
Sob os raios de Sericita nasci, cresci e alguns
Anos vivi, com dezoito anos de lá saí rumo
A Cidade Maravilhosa onde fenômeno igual nunca vi.
Mas trago na lembrança suas montanhas,
Das entranhas rochosas orquídeas de variadas
Cores; à Festa da Cidade fala-se de amores,
Da colheita do café e frutas de tantos sabores.
O lavrador de enxadas sobre os ombros
Andando quilômetros para ganhar o pão
De tudo desprotegido, descalço de pé no chão.
De estrada nova, de Sericita a Ponte Nova
Fácil se vai de bicicleta ou caminhão.
Além dos raios que riscam o céu no verão,
Sericita agora tem asfalto riscando o chão.
Sob os raios de Sericita nasci, cresci e alguns
Anos vivi, com dezoito anos de lá saí rumo
A Cidade Maravilhosa onde fenômeno igual nunca vi.
Mas trago na lembrança suas montanhas,
Das entranhas rochosas orquídeas de variadas
Cores; à Festa da Cidade fala-se de amores,
Da colheita do café e frutas de tantos sabores.
O lavrador de enxadas sobre os ombros
Andando quilômetros para ganhar o pão
De tudo desprotegido, descalço de pé no chão.
De estrada nova, de Sericita a Ponte Nova
Fácil se vai de bicicleta ou caminhão.
Além dos raios que riscam o céu no verão,
Sericita agora tem asfalto riscando o chão.