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Até Breve

Nem choro mais,
Mas sinto o vento da saudade,
Escuto o vento da mudança.
O seu vento é da despedida.
Das boas vindas à nova vida.

Tristeza que me deixa feliz em meio a Deus
Faz-me acreditar na fé que fecha os olhos;
E sentindo, sem poder chorar, aqueles sopros sonoros,
Em que o vento é novo e outrora fez destino.
Dizendo “amém” como um menino!

Se for para dar tudo certo, e para deixá-la feliz
Eu vou provar o gosto de engolir o choro suspirado.
De longe vou me adaptar nas lágrimas da distância,
Onde o tempo é o maior senhor; a melhor forma!
Recordo ouvir-te: “E o que farei com meu amor?”.

Talvez nossos destinos não fossem mesmo estes;
E como se por ventura eles apenas se cruzassem;
Ou quem sabe eu prefira pensar assim para não sofrer (Estou fraco!).
Talvez, por ventura, quem sabe... Tanta ladainha;
Talvez eu só leve a saudade: eis minha verdade!

Saudade de adocicar minha vida
Com seu sorriso perdido.
Penso em ti e sinto a dor pungente de minha aflição
Que ao te ver se converte
Em murmúrios da paixão.

Nem choro mais;
De que me valeria chorar sem tê-la?
Mas me sinto só, e agora mais só do que nunca.
No entanto sempre me lembrarei de dizer:
Até Logo! Até Breve!

Ninguém sequer notou que teus olhos
Suspiravam por nós.
(...) Então me deixa sumir e dormir.
L Figueiredo
Enviado por L Figueiredo em 30/03/2009
Código do texto: T1513086
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
L Figueiredo
Varginha - Minas Gerais - Brasil
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L Figueiredo