Eu sou assim



Como borboleta faço uma viajem,
Passeando sobre as flores
Da natureza,
De multe cores, e arco-íres.
Abro minhas asas delicadas
De grande transparecias.
Tão delicadas... Que não pode esconder,
Tudo que é... tudo pode... ser ainda.
Saiu sugando tudo no ar ...
Na ânsia de viver cada segundo.
Vou morrendo... aos poucos,
Vou seguindo... caminhos, tortos certos.
Deixo que a emoção me absolva.
Sem esconder tudo que sou,
Não posso mudar o meu olhar,
Nem o que sou... Serei assim sempre.
Não posso deixar
Que nada mim adormeça,
Neutralize-me, eu sou o amor,
Em carne viva, até a morte...
Autora Marina Nunes
Marina Nunes
Enviado por Marina Nunes em 01/08/2008
Reeditado em 10/03/2009
Código do texto: T1107950